Mensagens

23 de Fevereiro: dia especial de oração e jejum pela paz

Imagem
Papa Francisco, Roma, 4 de Fevereiro 2018

"E agora um anúncio. Diante da trágica persistência de situações de conflito em diversas partes do mundo, convido todos os fiéis a um especial Dia de oração e jejum pela paz, a 23 de fevereiro próximo, sexta-feira da primeira semana de Quaresma. Oferecemo-lo em particular pelas populações da República Democrática do Congo e do Sudão do Sul. Como noutras ocasiões semelhantes, convido também os irmãos e as irmãs não católicos e não cristãos a associarem-se a esta iniciativa nas modalidades que considerarem oportunas, mas todos juntos. O nosso Pai celeste ouve sempre os seus filhos que a Ele bradam na dor e na angústia, «cura os atribulados de coração e ata-lhes as feridas» (Sl 147, 3). Dirijo um urgente apelo para que também nós ouçamos este brado e, cada um de nós, em consciência, diante de Deus, nos perguntemos: «O que posso fazer pela paz?». Certamente podemos rezar; mas não só: cada um pode dizer concretamente “não” à violência, na medi…

ABORTO, ficamos a ver?

Imagem

40 dias pela vida | testemunho

Imagem
FACEBOOK     20/02/2018
"Cheguei a casa da missão mãos erguidas às 08:30 da manhã, hoje a esta hora já lá estavam algumas pessoas em oração pelo fim do aborto em Portugal. Depois de dizer olá a Jesus juntei-me aos que rezavam à porta da clínica. Apesar da minha oração poder ser tão eficaz ali como na capela, a proximidade com as mães que vão entrando ajuda-me a “por uma cara” na minha oração, já não estou a rezar por algo vago e distante, mas por aquelas mães que vão entrando e por aqueles bebés que trazem na barriga. Cada uma das pessoas que entra é diferente, algumas vêm sozinhas, outras com amigas, namorados, maridos e as mais novas até com os pais. As suas reações à nossa presença também são muito distintas, as mais “decididas” às vezes dizem “não obrigada”, às vezes são agressivas, outras vezes não olham, nem quando as chamam. Há mães que param para ouvir, até recebem os papéis que lhes são dados, sorriem para nós, agradecem e entram na mesma, só nos resta rezar que a dúvida…

Pintar a dor de vermelho

Imagem
JOSÉ MARIA C.S.ANDRÉ     25.02.2018
Correio dos Açores,Verdadeiro Olhar,ABC Portuguese Canadian Newspaper,Spe Deus, Clarim, O Alcoa, Notícias da Covilhã, O Progresso, 25-II-2018
Os gritos do sofrimento do resto do mundo não chegam às aconchegadas terras da Europa ocidental. Mantém-se a guerra nas fronteiras da Ucrânia, travam-se combates sangrentos na Síria, no Iraque, no Sudão do Sul, morrem rohingyas, curdos, palestinianos, paquistaneses, nigerianos, congoleses, venezuelanos, coreanos do Norte... Contam-se por milhares os prisioneiros torturados. A aflição destas multidões não nos pode deixar alheios. Na passada sexta-feira, 23 de Fevereiro, os católicos, os outros cristãos e mesmo os não cristãos acolheram o desafio lançado há três semanas pelo Papa Francisco: «Diante da trágica persistência de situações de conflito em diversas partes do mundo, convido todos a um especial dia de oração e jejum pela paz, a 23 de Fevereiro, sexta-feira da primeira semana de Quaresma. Oferecemos este dia …

Missas de Acção de Graças Missão País

Imagem

Sabendo que poderiam gerar crianças deficientes, confiaram em Deus e hoje têm 4 filhos

Imagem
ACI DIGITAL    23.02.2018
Inês e Gonçalo Dias da Silva são um casal português que sabia que seus filhos poderiam nascer com uma doença genética rara e incapacitante e, mesmo assim, decidiram confiar em Deus e abrir-se àvida; hoje são pais de quatro crianças, uma delas com a doença, e em 2017 venceram o prêmio ‘Família Numerosa Europeia do Ano’. Conhecidos como “os pais de Pedro”, os dois estão casados há 10 anos e contaram o seu testemunho durante a 5ª edição do Faith’s Night Out (Saída Noturna da Fé), no dia 17 de fevereiro, em Lisboa, Portugal, emocionando as cerca de 1500 pessoas no auditório. Inês contou que, aos 18 anos, ouviu um debate de uma campanha do abortoe logo ficou “convencida de que era legítimo abortar uma criança deficiente”.

Entretanto, ela mesma tinha duas irmãs com uma doença rara e incapacitante e lembrou que, “naquele dia”, ao retornar para casa do debate, fez o que estava acostumada, ir ao quarto de sua irmã para cumprimentá-la.

“Ela estava ali no chão, deitada, n…

Universitários católicos em missão pelo país. ​“É pena que não venham cá mais vezes”

Imagem
RR ONLINE   23.02.2018   TERESA PAULA COSTA

Criada com o objetivo de “levar Jesus às universidades”, a Missão País convida os jovens a darem testemunho da sua fé “através da caridade e do serviço”. O projeto, que começou em 2003 com apenas 20 estudantes, tem vido sempre a crescer. Este ano envolve milhares de estudantes em 52 missões de 43 faculdades de Lisboa, Porto, Braga, Coimbra e Aveiro. As missões decorrem em várias localidades de norte a sul do país. Em Vieira de Leira estão, até domingo, 70 estudantes da Faculdade de Direito de Lisboa. É já o quarto ano consecutivo que aquela localidade recebe a Missão País, e tanto quem vai, como quem recebe, faz um balanço muito positivo da iniciativa. “São todos muito educados e muito meigos. Só é pena que não venham cá mais vezes”, diz à Renascença Felismina Ferreira, de 83 anos. Também Rosa Moreira, de 94 anos, não esconde a sua alegria por este contacto. “Vêm ensinar-nos e dizer-nos coisas bonitas”, conta, enquanto pinta um sol para fazer u…

O deputado e o cardeal

Imagem
Pe. GONÇALO PORTO CARRERO DE ALMADA   24.02.2018  OBSERVADOR
Em Portugal, não é precisa nenhuma coragem para se ‘assumir’. Mas é necessário muito valor para alguém se afirmar católico, sobretudo se for fiel ao magistério e à tradição da Igreja.
Por razões diametralmente opostas, duas personalidades foram agora objecto de campanhas mediáticas contraditórias: enquanto um deputado foi louvado em tudo o que é sítio; o Cardeal Patriarca de Lisboa e Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, foi brutalmente enxovalhado, como talvez há muito já ninguém era tão maltratado publicamente. Adolfo Mesquita Nunes é um jovem e promissor deputado, cujas intervenções públicas são, por regra, muito pertinentes. Graças à sua boa preparação e grande capacidade de argumentação, leva sempre a melhor nos seus confrontos com a bloquista Mortágua. Apesar de apreciar o seu trabalho, não li a sua entrevista de vida, pelo que só tardiamente me dei conta de que se tinha ‘assumido’, como agora se diz. Foi quando…